CELG: fundado em 30 de março de 1.979 - Rua Maria Molinari nº 552 – CEP: 15077.280 - Vila Toninho - São José Rio Preto - São Paulo - Brasil - email: c.e.luiz_gonzaga@hotmail.com
quinta-feira, 14 de abril de 2011
segunda-feira, 11 de abril de 2011
sábado, 9 de abril de 2011
O que Chico Xavier espera de nós diante dos filmes espíritas?
Augusto César Vanucci se referiu a essa doce criatura como “um homem chamado amor”.
No ano em que se comemorou o seu centenário com tantas homenagens, possivelmente ele esteja se sentindo não merecedor dessas distinções, como diria com a sua humildade característica: “Transfiro à doutrina espírita o que vocês estão me proporcionando.”
Como maior propagador do espiritismo, ele deve estar muito feliz ao constatar que a temática espírita está sendo levada ao povo pelos canais de televisão e pelas telas de cinema como jamais aconteceu. Isso se deve em grande parte a ele, que, mesmo não estando materialmente entre nós, é o grande responsável por tudo isso que vem ocorrendo.
Um exemplo disso é que nesse momento está sendo exibido o filme As mães de Chico Xavier em mais de 400 salas de cinemas espalhadas pelo país (fato extraordinário ao cinema nacional). Dessa vez, não é o Chico o personagem principal. Refletindo no filme sua incomparável humildade, ele se coloca em segundo plano para valorizar as mães que perderam os filhos queridos e que foram encontrar nesse homem tão simples a esperança e o consolo aliados à certeza de que os seus filhos continuam vivos, graças às cartas recebidas pelas mãos do querido médium.
Chico afirmou certa vez que este tipo de tarefa era a que mais lhe proporcionava prazer – levar consolo aos corações entristecidos pela perda de um familiar.
As mães de Chico Xavier foi produzido por um idealista espírita, o mesmo que corajosamente investiu recursos próprios no projeto inicial do primeiro filme espírita levado às telas de cinema: Bezerra de Menezes. O sucesso foi tão grande – apesar do ceticismo de muitos – que chamou a atenção e despertou o interesse da indústria cinematográfica brasileira. Na sua trilha veio Chico Xavier – o filme e Nosso Lar, reverenciados pelo público que lotou as salas de cinemas.
Fato curioso que demonstra o comprometimento do produtor, As mães de Chico Xavier foi planejado antes dos filmes de sucesso sobre o Chico serem exibidos no último ano. Para não haver superposição entre eles, programou-se o lançamento de As mães de Chico Xavier para 2011, marcando o encerramento das comemorações do centenário.
No primeiro final de semana, As mães de Chico Xavier foi campeão de público, porém o resultado pode ser muito melhor. Se esse crescimento acontecer, o filme permanecerá por mais semanas em exibição. Quem sabe poderá se estender até o Dia das Mães, na primeira semana de maio. Quantas mães – principalmente as não espíritas – serão beneficiadas, esclarecidas e consoladas?
O que isso tem a ver comigo, com você e com todos os espíritas? É que podemos contribuir para que o filme permaneça por mais tempo nos cinemas e assim a mensagem de consolo e esclarecimento possa alcançar mais corações.
Esse não seria o nosso melhor presente a Chico Xavier, tornando-nos singelos cooperadores no seu maior prazer na tarefa mediúnica?
Então, vamos hoje ao cinema! Esta semana é decisiva para que os exibidores mantenham As mães de Chico Xavier em cartaz. É hora de levarmos os familiares, convidarmos os amigos, vizinhos e as pessoas que gostaríamos que conhecessem melhor o espiritismo. Com certeza, Chico Xavier agradece.
Assista ao trailer do filme em www.asmaesdechicoxavier.com.br e propague esse convite encaminhando essa mensagem à sua lista de contatos.
Meu abraço,
Alkíndar de Oliveira
No ano em que se comemorou o seu centenário com tantas homenagens, possivelmente ele esteja se sentindo não merecedor dessas distinções, como diria com a sua humildade característica: “Transfiro à doutrina espírita o que vocês estão me proporcionando.”
Como maior propagador do espiritismo, ele deve estar muito feliz ao constatar que a temática espírita está sendo levada ao povo pelos canais de televisão e pelas telas de cinema como jamais aconteceu. Isso se deve em grande parte a ele, que, mesmo não estando materialmente entre nós, é o grande responsável por tudo isso que vem ocorrendo.
Um exemplo disso é que nesse momento está sendo exibido o filme As mães de Chico Xavier em mais de 400 salas de cinemas espalhadas pelo país (fato extraordinário ao cinema nacional). Dessa vez, não é o Chico o personagem principal. Refletindo no filme sua incomparável humildade, ele se coloca em segundo plano para valorizar as mães que perderam os filhos queridos e que foram encontrar nesse homem tão simples a esperança e o consolo aliados à certeza de que os seus filhos continuam vivos, graças às cartas recebidas pelas mãos do querido médium.
Chico afirmou certa vez que este tipo de tarefa era a que mais lhe proporcionava prazer – levar consolo aos corações entristecidos pela perda de um familiar.
As mães de Chico Xavier foi produzido por um idealista espírita, o mesmo que corajosamente investiu recursos próprios no projeto inicial do primeiro filme espírita levado às telas de cinema: Bezerra de Menezes. O sucesso foi tão grande – apesar do ceticismo de muitos – que chamou a atenção e despertou o interesse da indústria cinematográfica brasileira. Na sua trilha veio Chico Xavier – o filme e Nosso Lar, reverenciados pelo público que lotou as salas de cinemas.
Fato curioso que demonstra o comprometimento do produtor, As mães de Chico Xavier foi planejado antes dos filmes de sucesso sobre o Chico serem exibidos no último ano. Para não haver superposição entre eles, programou-se o lançamento de As mães de Chico Xavier para 2011, marcando o encerramento das comemorações do centenário.
No primeiro final de semana, As mães de Chico Xavier foi campeão de público, porém o resultado pode ser muito melhor. Se esse crescimento acontecer, o filme permanecerá por mais semanas em exibição. Quem sabe poderá se estender até o Dia das Mães, na primeira semana de maio. Quantas mães – principalmente as não espíritas – serão beneficiadas, esclarecidas e consoladas?
O que isso tem a ver comigo, com você e com todos os espíritas? É que podemos contribuir para que o filme permaneça por mais tempo nos cinemas e assim a mensagem de consolo e esclarecimento possa alcançar mais corações.
Esse não seria o nosso melhor presente a Chico Xavier, tornando-nos singelos cooperadores no seu maior prazer na tarefa mediúnica?
Então, vamos hoje ao cinema! Esta semana é decisiva para que os exibidores mantenham As mães de Chico Xavier em cartaz. É hora de levarmos os familiares, convidarmos os amigos, vizinhos e as pessoas que gostaríamos que conhecessem melhor o espiritismo. Com certeza, Chico Xavier agradece.
Assista ao trailer do filme em www.asmaesdechicoxavier.com.br e propague esse convite encaminhando essa mensagem à sua lista de contatos.
Meu abraço,
Alkíndar de Oliveira
quarta-feira, 6 de abril de 2011
terça-feira, 5 de abril de 2011
domingo, 3 de abril de 2011
sábado, 2 de abril de 2011
quinta-feira, 31 de março de 2011
Coral do A. E. Allan Kardec apresentou-se no aniversário dos 32 anos de fundação do Centro Espírita Luiz Gonzaga
Na ultima terça-feira, dia 29 de março, o coral VOZES DO CORAÇÃO da Associação Espírita Allan Kardec, apresentou-se no encontro que comemorou os 32 anos de fundação do CELG - Centro Espírita Luiz Gonzaga, no bairro de Vila Toninho (São José do Rio Preto-SP)
Na abertura dos trabalhos, Abilinho Del’Arco, discorreu sobre a trajetória da Casa Espírita, reverenciando e manifestando profunda gratidão ao trabalho de seus fundadores, como também dos trabalhadores do CELG, tais como Rubens de Campos e Elba, Abílio Del'Arco e Mercedes, Eliseu Rigonatti, Sebastião Bastos e Zoraide, Wilson Coelho, José Rodrigues e Cidinha, João Chainça e Wilma, Oflaviano e Évelin, Lucas Pereira e Maria Luisa, Akira e Celeste, e Benedito.
Veja fotos abaixo e vídeo com parte da apresentação.
Na abertura dos trabalhos, Abilinho Del’Arco, discorreu sobre a trajetória da Casa Espírita, reverenciando e manifestando profunda gratidão ao trabalho de seus fundadores, como também dos trabalhadores do CELG, tais como Rubens de Campos e Elba, Abílio Del'Arco e Mercedes, Eliseu Rigonatti, Sebastião Bastos e Zoraide, Wilson Coelho, José Rodrigues e Cidinha, João Chainça e Wilma, Oflaviano e Évelin, Lucas Pereira e Maria Luisa, Akira e Celeste, e Benedito.
Veja fotos abaixo e vídeo com parte da apresentação.
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